O diretor-presidente do CLP, Luiz Felipe d’Avila, foi um dos debatedores do 5º Colóquio Millenium - “Impostos, consumo e cidadania”. Discutiu-se a respeito da noção de Estado que a sociedade brasileira carrega consigo desde a chegada da Corte no Brasil, e de como essa visão está relacionada com as políticas praticadas no país. Para que seja possível uma revisão da cobrança de nossos impostos, há a necessidade de uma mudança de visão cultural, fundamentalmente.
Ricardo Hausmann, economista e diretor do Centro para Desenvolvimento Internacional da John F. Kennedy School of Government, da Universidade Harvard, deu uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira, dia 30/08/2010.
Hausmann escreveu o número inaugural do CLP Papers, a linha de publicações do Centro de Liderança Pública, no final do ano de 2008. Na época, o trabalho entitulado “Um diagnóstico do crescimento econômico brasileiro” tratou de esclarecer os desafios que impediam a criação de uma base fiscal que possibilitasse uma aceleração sustentável do crescimento do país. No mesmo ano, o economista escreveu o estudo “In search of the chains that hold Brazil Back” (“Em busca das correntes que freiam o Brasil”), continuando a afirmar que a política de expansão fiscal sustentada pelo BNDES era insustentável.
Na entrevista à Folha, o especialista em teoria do desenvolvimento econômico defende que após a crise do mercado em 2008, embora o país tenha conseguido administrá-la bem, o país continuou vivendo de forma “esquizofrênica”, visto que ainda existe “uma política fiscal em que o BNDES tem o pé no acelerador e o Banco Central tem o pé no freio”, conforme ele disse. Dessa forma, a taxa Selic fica muito alta em um momento no qual as taxas de juros estão baixas no mundo todo. O resultado disso é que os investidores pegam emprestada moeda estrangeira para investir no Brasil, acarretando em uma elevada apreciação da taxa de juros aliada à chance de haver desindustrialização.
Hausmann ainda afirma que a política macroeconômica do Brasil tem sido feita sem uma visão de longo prazo consolidada, e que o presidente Lula teve muito sucesso em seu governo devido ao seu antecessor; FHC conseguiu fazer reformas significativas em diversas áreas e isso possibilitou a continuidade de alguns projetos no governo posterior. O economista acredita que o sucessor de Lula não terá a mesma sorte que ele teve, uma vez que o atual presidente não conseguiu transferir o enorme capital político que ele conseguiu construir em dois mandatos em reformas importantes.
A Empresa Rio Bravo Investimentos gravou um podcast sobre o CLP. Agora você pode conhecer melhor o CLP escutando sobre nossa missão e atividades através da fala de Luiz Felipe d’Ávila quem concedeu a entrevista.
Ouça aqui.
A Empresa Rio Bravo Investimentos gravou um podcast sobre o CLP. Agora você pode conhecer melhor o CLP escutando sobre nossa missão e atividades através da fala de Luiz Felipe d’Ávila quem concedeu a entrevista.
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O portal Veja.com mencionou Luiz Felipe d’Ávila (Diretor Presidente CLP) no artigo “Pensamento liberal sobre o papel do estado ainda não se disseminou”. No artigo, Luiz Felipe analisa que a forma liberal de perceber o estado será cada maior e cresce conforme o país se desenvolve economicamente. Quanto mais pessoas asecendem socialmente,maior é sua relação com o estado: paga-se mais impostos, convivem com a burocracia com frequencia, e sucetivelmente ficam mais exigentes.
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CLP Papers
Esta disponível para download oCLP Papers| N°03 – Junho/2010: O Desafio de tornar a política externa relevante para o Brasil, Luiz Felipe d’Ávila e Oliver Stuenkel
Essa edição traz dois artigos sobre a política externa brasileira – um tema que ganhou grande visibilidade nos últimos anos. No primeiro texto, Luiz Felipe d’Avila (diretor-presidente do CLP) argumenta como a visão diplomática do atual governo prejudica o reconhecimento da crescente importância externa do país. No segundo texto, dedicado à análise empírica da atuação internacional do Brasil, Oliver Stuenkel (ex-pesquisador visitante do CLP) formula recomendações de mudanças transformadoras na política externa.
Confira na íntegra a palestra “Coragem de Investir em Capital Humano e Conhecimento” do professor e economista Eduardo Giannetti durante o I Fórum CLP.
Giannetti mostra como é baixo o investimento em pessoas e conhecimento no Brasil comparado com outros paises e porque este é um dos nossos maiores desafios, pois tem poder de determinar o nosso futuro como nação desenvolvida.
As cidades de Sorocaba (SP) e São José dos Campos lideradas respectivamente pelos prefeitos Vitor Lippi (PSDB) e Eduardo Cury(PSDB), participantes da rede de líderes transformadores do CLP , atingiram a maior nota no IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) entre as cidades com mais de 500 mil habitantes.
O IDEB avalia as escolas de 0 a 10 a partir do rendimento escolar, as taxas de aprovação, reprovação e abandono, além do desempenho dos alunos numa prova específica. No Brasil, a meta do MEC é chegar a 6 na quarta série e a 5,5 na oitava série em 2021.
Em países desenvolvidos, o índice médio é de 6. Sorocaba e São José dos Campos atingiram 5,9 de média, ou seja, são os dois municipios (acima de 500 habitantes) com a melhor nota do Brasil e com mesmo nível dos países desenvolvidos.
O CLP gostaria de parabenizar os líderes públicos Eduardo Cury e Alberto Marques (Secretário de Educação de SJC) e Vitor Lippi e Maria Teresinha del Cisitia ( Secretária de Educação de Sorocaba) pelo comprometimento com a sociedade e de darem o exemplo de que é possivel com muita dedicação e responsabilidade, transformar a educação pública brasileira.
Vejam os videos abaixo:
Matéria sobre São José dos Campos (SP)
Matéria sobre Sorocaba (SP)
Nas últimas 3 semanas, o programa Roda Viva da TV Cultura entrevistou os três principais candidatos à Presidência: Marina Silva (PV), José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). Para estimular o voto mais consciente nessas eleições, postamos aqui os links das entrevistas para o conhecimento das propostas de cada candidato. Os temas abordados foram educação, segurança nacional, aborto, politica economica, meio ambiente, reforma tributária entre outros.
Marina Silva – PV (programa 14/06) http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1208
José Serra – PSDB (progama 21/06) http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1209
Dilma Rousseff (programa 28/06) http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/programa/1210